Turnê Piano Solo USA 2014

 

Identidade Cultural Brasileira é o novo projeto da pianista e compositora Heloísa Fernandes, que entre 25 de Abril a 10 de Maio de 2014, levou ao público americano, suas novas composições e arranjos, sempre inspirados nas raízes da cultura brasileira.

Santa Cruz, 25 April – Kuumbwa Jazz (duo with Claudia Villela)
Los Angeles, 26 April – The Da Camera Society of Mount St. Mary’s College
New York, 30 April – Americas Society
Ann Arbor, 02 May – Kerrytown Concert House
Chicago, 03 May – PianoForte Foundation Studios
Ann Arbor , 05 May – Community High School (workshop)
Washington D.C., 08 May – Inter-American Development Bank Cultural Center
Detroit, 09 May – Detroit Institute of Art




Em 2008, Heloísa fez sua estreia nos Estados Unidos em um dos festivais mais prestigiosos do mundo, o Spoleto Festival USA, em Charleston, na Carolina do Sul. O jornal da cidade, o Post and Courier, publicou: “O Simons Center Recital Hall veio abaixo na segunda à tarde, após a apresentação bombástica de uma diva brasileira e os demorados e ensurdecedores aplausos que ela provocou.”

Outro resenhista do jornal escreveu: “luminosa e lírica, Fernandes está além de qualquer categorização. Ela é fiel a si mesma, e sempre terei interesse em qualquer música que ela deseje explorar.”

O semanário cultural da cidade, o Charleston City Paper, publicou uma manchete com a mesma conclusão: “Pianista Heloísa Fernandes faz estreia impressionante nos Estados Unidos.”

O resenhista comentou: “Certamente é um sinal de que a artista é talentosa quando ela se mostra capaz de tirar os sapatos, compartilhar uma boa risada com um público desconhecido em um lugar distante, e deslumbrar o público com cada nota.”

Um resenhista da revista internacional JazzTimes também estava lá. “Ela foi puro encanto desde o instante em que subiu no palco, tirou os sapatos e apresentou uma rica imagem do Brasil – fazendo a transição de Abril, de Villa-Lobos, para Chovendo na Roseira, de Jobim -, usando os pedais com os pés descalços. Houve uma inesperada simplicidade à la Corea em sua interpretação de Villa-Lobos e uma grandiosidade rapsódica em sua interpretação de Jobim.”

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